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Jorge Palma: “Não me vejo como um poeta, isso é sacrilégio” [VÍDEO]

Jorge Palma confessa que, nos últimos anos, já não é “um homem das noites“ para quem “o gin tónico nunca era o último”, recordando esses outros tempos e esclarecendo que o que faz é escrever canções. Para ver aqui

Lia Pereira

Lia Pereira

Jornalista

Rita Carmo

Rita Carmo

Fotojornalista

Em entrevista à BLITZ, que poderá ler em breve na íntegra, Jorge Palma comentou, entre outros temas, o texto que, na rubrica 101 Canções que Marcaram Portugal, Jorge Cerejeira escreveu sobre a sua canção 'Bairro do Amor'.

“Jorge Palma é mais do que música: é poesia. É aquele cigarro entre os dedos. É aquele sorriso franco e aquela voz arrastada. É o rosto das madrugadas. Do tilintar de copos e de conversas francas – como que a selar amizades eternas no último vodca tónico (há muitos anos que lhe voltou as costas) antes de dormir”, escreveu o colaborador da BLITZ.

“Isso tem sido, de facto, a minha vida”, comentou, entre risos, Jorge Palma. “Às vezes também faço vida saudável, na natureza. Mas até há relativamente pouco tempo era isso. E o gin tónico, ou a vodca ou seja o que fosse, não era nunca o último”.

Quanto à poesia, Jorge Palma discorda: “Não me vejo como um poeta. Isso é um bocado sacrilégio. Não me posso comparar com o Herberto Hélder”.

Veja no vídeo acima a resposta completa de Jorge Palma.