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Sérgio Godinho: “Os primeiros tempos da pandemia foram de perplexidade. Mas o trabalho salva” [VÍDEO]

“Estive na Argentina: em Buenos Aires e na Patagónia. Uma semana depois de voltar, eles fecharam as fronteiras. Poderia ter ficado lá”. Sérgio Godinho aproveitou a 'paragem' do mundo para trabalhar: há um terceiro romance que avançou. Para ver aqui

Lia Pereira

Lia Pereira

Jornalista

Rita Carmo

Rita Carmo

Fotojornalista

Sérgio Godinho, que em breve dará quatro concertos de celebração do seu 75º aniversário, deu uma entrevista à BLITZ que poderá ler em breve na íntegra.

Sobre a forma como tem passado os últimos meses, desde a chegada da pandemia de covid-19 a Portugal, Sérgio Godinho explica que o trabalho - numa canção nova, mas também num livro de poesia e imagem e num novo romance - foi uma grande ajuda.

"Os últimos meses foram primeiro curiosos, porque estive na Argentina e ao regressar soube que tinha havido o primeiro caso em Portugal. No dia seguinte houve o primeiro caso na Argentina. Uma semana depois, eles fecharam as fronteiras", recorda.

"Acho que os primeiros tempos, em que 'aquilo' se aproximou de nós, em que aquela onda que nos submergiu, são de uma perplexidade que nos faz saber mais notícias e estar quase obcecados por aquela que ainda nem seria a nova normalidade", diz.

Veja no vídeo acima Sérgio Godinho a explicar porque é que "o trabalho salva".