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Sérgio Godinho: “Olho para mim e acho que tenho 300 anos à minha frente e não tenho. Só tenho 200” [VÍDEO]

A duas semanas de celebrar o 75º aniversário com dois concertos especiais, Sérgio Godinho confessa que pensa nos amigos que já partiram, como José Mário Branco, e na forma como lidariam com a pandemia. Para ver aqui

Lia Pereira

Lia Pereira

Jornalista

Rita Carmo

Rita Carmo

Fotojornalista

No próximo dia 31 de agosto, Sérgio Godinho celebra o seu 75º aniversário. A ocasião será assinalada com um concerto no Teatro Maria Matos, em Lisboa, que repete no dia seguinte - ambas as datas estão já esgotadas.

Em entrevista à BLITZ, que poderá ler em breve, o músico português falou sobre os projetos que o têm ocupado - há um livro de poesia e imagens a caminho, bem como um novo romance e ainda uma canção, a revelar a 21 deste mês - e sobre a forma como tem lidado com a pandemia de covid-19, confessando que costuma pensar no que diriam sobre a mesma os seus amigos já desaparecidos, como José Mário Branco.

“Penso nas pessoas que já se foram, sobretudo nas mais queridas. Penso por exemplo na minha mãe, que era muito atenta às notícias e ia ficar atónita com o que está a acontecer”, partilha Sérgio Godinho. “O José Mário foi das últimas pessoas a ir-se, foi-se embora em novembro. Depois disso já morreram um ou dois amigos meus”.

“Eu próprio olho para mim e acho que tenho 300 anos à minha frente e não tenho. Só tenho 200”, completa entre risos.

Veja acima o vídeo da resposta e leia em breve a entrevista de Sérgio Godinho à BLITZ.