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Miguel Angelo: “Na editora, um vendedor comprou uma piscina com o dinheiro que ganhou a vender Delfins. Nenhum dos Delfins tem uma piscina”

Com os Delfins de volta aos palcos este ano, Miguel Angelo falou com a BLITZ sobre a sua longa carreira. O grande sucesso da banda nos anos 90 foi um dos assuntos da entrevista. “Eu sei que se vendiam muitos discos, mas se tivéssemos atuado apenas enquanto empresários, teríamos ganho muito, muito dinheiro”. Para ver aqui

Rita Carmo

Rita Carmo

Fotojornalista

Com um álbum a solo, "Nova (Pop)", lançado no final de 2019 e o anúncio do regresso dos Delfins aos palcos bem fresco, Miguel Angelo falou com a BLITZ sobre um percurso de 35 anos no pop/rock em Portugal.

Sobre o retumbante sucesso do grupo na segunda metade dos anos 90, o músico de 53 anos garante que a maior parte dos proveitos eram reinvestidos pelos Delfins em espetáculos, discos e videoclipes.

“Eu sei que se vendiam muitos discos, mas se tivéssemos atuado apenas enquanto empresários, teríamos ganho muito, muito dinheiro. Na nossa editora, a BMG, um vendedor comprou uma piscina com o dinheiro que ganhou a vender Delfins. Nenhum dos Delfins tem uma piscina”. Para ver no vídeo no cimo desta página.

Miguel Angelo é o convidado do mais recente Posto Emissor, o podcast da BLITZ. Com o álbum "Nova (Pop)" ainda bem fresco e celebrações com os Delfins na agenda, o músico esteve à conversa com os jornalistas Luís Guerra e Lia Pereira sobre uma carreira que atravessou quatro décadas, o sucesso estrondoso dos Delfins nos anos 90 (e subsequente sobreexposição da sua imagem), a faceta de melómano e a atenção que continua a prestar ao que é novo.