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Manel Cruz revela como pôs termo a uma “depressão criativa” de anos: “Sentia-me um cotão artístico” [VÍDEO]

Com o primeiro disco em sete anos nas lojas a 5 de abril, Manel Cruz falou-nos do processo de feitura de “Vida Nova” e de como desbloqueou uma crise criativa duradoura. Primeira parte da entrevista com o músico do Porto

Lia Pereira

Lia Pereira

Jornalista

Desde 2012, ano em que lançou o primeiro, e único, disco dos Supernada, que Manel Cruz não editava música nova. E, conforme contou à BLITZ, numa entrevista que poderá ler na íntegra em breve, chegou a pensar que não voltaria a dedicar-se, profissionalmente, à música.

Foi ao conhecer Rodrigo Amarante, o músico brasileiro que em 2013 lançou o disco a solo “Cavalo”, que o homem dos Ornatos Violeta se sentiu inspirado para mudar de método criativo.

Eu estava numa altura em que me sentia um cotão artístico.... vazio”, confidencia Manel Cruz. “Foi o André Tentúgal [músico e realizador] que me disse: não queres conhecer o Rodrigo? Eu nem as músicas dele conhecia. Passados dois dias, o Rodrigo estava a jantar lá em casa”, recorda o portuense.

Veja a resposta completa de Manel Cruz no vídeo acima.

“Vida Nova” chega a 5 de abril às lojas e aos serviços de streaming. A 28 desse mês, há concerto na Casa da Música, no Porto, e a 1 de maio Manel Cruz e a sua banda estarão no Capitólio, em Lisboa.