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Tomás Wallenstein dos Capitão Fausto: “À medida que me vou tornando menos menino da mamã, dou mais valor às figuras paternais” [VÍDEO]

Sobre o que trata “A Invenção do Dia Claro”, o álbum que os Capitão Fausto editam esta sexta-feira? Tem tudo a ver com “as relações que temos de alimentar”, responde o vocalista do grupo

Rita Carmo

Rita Carmo

Fotojornalista

Em dezembro de 2017, os Capitão Fausto foram a São Paulo, no Brasil, gravar o seu quarto álbum , "A Invenção do Dia Claro". O sucessor de “Gazela” (2011), “Pesar o Sol” (2014) e “Capitão Fausto Têm Os Dias Contados” (2016) chega sexta-feira, dia 15 de março.

Em entrevista à BLITZ, Tomás Wallenstein (voz, guitarra, piano) explica por que razão não se considera “menino da mamã” (apesar do refrão de 'Faço as Vontades': "O bom filho que eu já sei ser / Só sou porque a minha mãe / Insistiu até eu saber / E se eu procuro amor, primeiro dar p'ra depois colher / Acabou por correr tão bem / Contigo eu vou aprender / Só tens de ter pachorra e ficar p'ra ver"): "à medida que me vou tornando menos menino da mamã, vou dando mais valor às figuras paternais. Agora que estou a envelhecer, vem-me mais à cabeça", afirma, concluindo a sua intervenção com aquele que considera o verdadeiro sentido do álbum: as relações que temos de alimentar”. Para ver no vídeo no cimo desta página.