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BLITZ #32: Tara Perdida - Punk até morrer

João Ribas, a cara e a voz dos Tara Perdida, responde aos leitores da BLITZ sem papas na língua.

A preparar a subida ao palco do Coliseu de Lisboa, os Tara Perdida são hoje a maior referência punk nacional. Ribas não se esquiva e responde a direito. Rui Miguel Abreu também meteu a colher.

No próximo dia 20 de Fevereiro, os Tara Perdida enfrentarão uma plateia dilatada no Coliseu de Lisboa, fruto de um sucesso que parece ter tocado a mais recente fase da banda que João Ribas fundou depois do fim dos míticos Censurados. Os fãs e os menos fãs fizeram mais de uma centena de perguntas em BLITZ.pt. Ribas responde-lhes sem se desviar das polémicas. 

Se não fosses vocalista de uma banda, qual seria a tua profissão? (Microgaitas)

Talvez contra-regra. Ou então trabalharia com som e luz para teatro, porque são coisas que eu já fiz no passado. E só não é a minha profissão porque a dada altura tive que tomar uma decisão: o trabalho em teatro revelou-se incompatível com os Censurados. Foi numa altura em que fomos convidados para fazer uma tournée com os Xutos & Pontapés. Decidi ser músico e não quero mais nada na vida.

Sentes-te um pai do punk português? (XL_Miro)

Não! 

A quem se poderia atribuir essa paternidade então?

Não gosto muito de falar nisso, mas poderia mencionar Minas & Armadilhas, Corpo Diplomático, Xutos & Pontapés, Faíscas e por aí adiante.

Tara Perdida é para levar avante por muitos mais anos? (poliwrath)

Claro, esse é o nosso plano. Continuar em frente, fazer sempre coisas diferentes e cada vez melhores. Sei lá se de hoje para amanhã não entramos numa de pensar em ir lá para fora e dar umas voltinhas que ainda não conseguimos dar - fomos apenas uma vez a França. Quem sabe? 

 

 

Foto de: Rita Carmo/Espanta Espíritos

 

Leia a entrevista completa na BLITZ de Fevereiro, já nas bancas.