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Joe Talbot, Jon Beavis, Adam Devonshire, Mark Bowen, Lee Kiernan (da esq.para a dir.): mais do que punks

Tom Ham

Viva, os Idles voltaram! E trouxeram humor, guitarras e traumas

Ao quarto álbum, os Idles fazem das tripas coração num disco trepidante. Lançado pouco mais de um ano após “Ultra Mono”, onde a banda inglesa se levou demasiado a sério, “Crawler” é um notável exercício de reinvenção

Lia Pereira

Lia Pereira

Jornalista

Foi no verão de 2018 que os Idles, banda formada nove anos antes em Bristol, Inglaterra, explodiram. De jovem esperança do rock britânico, título conquistado graças à crueza do primeiro álbum, “Brutalism” (2017), e a um crescente historial de concertos incendiários, a trupe liderada por Joe Talbot passou a certeza. Na origem da ‘promoção’ esteve o segundo álbum, “Joy as an Act of Resistance”, no qual o quinteto mostrou a sua competência em várias frentes. Primeiro, na escrita de canções: independentemente de conhecerem ou não os Idles desde a primeira maqueta (argumento habitualmente dado pelos fãs mais puristas das bandas que se tornam grandes), seria complicado a qualquer apreciador de rock não reconhecer as virtudes de hinos como ‘Danny Nedelko’ (nome de um amigo do grupo, imigrante ucraniano em Inglaterra), ‘Never Fight a Man with a Perm’ ou ‘I’m Scum’.

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