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Nirvana em 1991

UMG

“Nevermind”, dos Nirvana, acaba de ser reeditado. Há 10 anos, Zé Pedro, Mariza, Miguel Guedes e outros ouviam o disco novamente

Foi esta sexta-feira lançada a edição de 30º aniversário de “Nevermind”, que além do clássico de 1991 inclui quatro concertos da banda. Há dez anos, pedimos a vários músicos que voltassem ao álbum e nos dissessem o que ainda viam nele. Falaram connosco Zé Pedro (Xutos), Samuel Úria, Mariza, Miguel Guedes (Blind Zero), Rita Redshoes, Joaquim Albergaria (PAUS), João Vieira (X-Wife), DJ Ride, Tiago Guillul e Panda Bear. Testemunhos de quem viveu o fenómeno Nirvana com fervor

Mariza «Os Nirvana são uma banda de culto que marcou uma geração e, ao mesmo tempo, a sua obra era tão "futurista" que hoje ainda faz todo o sentido ouvi-los, cantar os seus temas e ser fã» [Mariza interpretou uma versão de «Come As You Are» no Rock In Rio Lisboa 2010]

Zé Pedro (Xutos & Pontapés) «Nevermind é um álbum equilibrado que virou uma página no rock. A primeira canção que ouvi foi a "Smells Like Teen Spirit" e pareceu-me ter um som novo, com aqueles acordes de balada a que se seguia depois um "power chord" que lhe dava uma grande dinâmica»

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