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Mallu Magalhães

Rita Carmo

Mallu Magalhães: “A vida que eu tenho é maravilhosa. Se ter começado a carreira na adolescência foi o preço para chegar até aqui, beleza”

Lançou as suas primeiras canções em 2007, no MySpace, quando tinha apenas 15 anos, e admite que a sua carreira talvez tenha começado cedo demais, mas “essas coisas não se escolhem”. “O momento da adolescência é muito sensível e já estava muito exposta, a enfrentar coisas muito pesadas. Preferia [ter começado] depois, talvez fosse diferente, mas ao mesmo tempo foi bom de muitas maneiras”, reflete a cantora e compositora brasileira de 29 anos, no Posto Emissor

Mallu Magalhães é a convidada desta semana do Posto Emissor, podcast da BLITZ. A cantora-compositora brasileira falou sobre o seu mais recente álbum, “Esperança”, que inicialmente se iria chamar “Felicidades”, mas cujo título a pandemia veio mudar. Os desafios de criar uma filha pequena durante o confinamento, as diferenças entre o temperamento de brasileiros e portugueses - Mallu Magalhães vive com o marido, o músico Marcelo Camelo, em Lisboa - e o encanto da cena musical portuguesa foram outros dos temas da conversa com a artista que a 3 de dezembro sobe ao palco no Campo Pequeno, em Lisboa.

A cantora reflete também sobre o início precoce da sua carreira, quanto tinha apenas 15 anos e publicou a suas primeiras canções na plataforma MySpace. "Essas coisas a gente não escolhe. Esse momento da adolescência e da vida adulta é muito sensível, muito delicado, e já estava muita exposta, enfrentando coisas muito pesadas... Preferia [ter começado] depois (...), poderia ter sido mais tarde, talvez fosse diferente, mas ao mesmo tempo foi bom de muitas maneiras. E a vida que eu tenho é maravilhosa, então se esse foi o preço para chegar até aqui, beleza”.

Para ouvir aqui a partir dos 38 minutos e 40 segundos: