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Mallu Magalhães

Rita Carmo

Mallu Magalhães: “Se o seu filho ficar no quarto a olhar para o teto, não se preocupe. Talvez ele seja músico!”

Precoce na relação com a música, Mallu Magalhães recorda no Posto Emissor os seus anos de adolescência, passados a ouvir e escrever canções. “Eu era uma pessoa meio solitária, gostava de ficar no quarto a ouvir música, olhando para o teto. Estranhamente, isso é normal”

Mallu Magalhães, que esteve no Posto Emissor, podcast semanal da BLITZ, a falar do seu mais recente disco, "Esperança", recordou também o início precoce da sua carreira. A cantora-compositora brasileira, que a 3 de dezembro toca no Campo Pequeno, em Lisboa, começou a partilhar as suas canções — e também versões de Bob Dylan ou Johnny Cash — aos 15 anos.

"Tinha paixão por eles, e até hoje tenho", diz a paulista. "Sempre gostei dessa coisa da voz e violão, ou da voz e piano do Tom Waits. Era uma pessoa meio solitária, gostava de ficar no quarto a ouvir música, olhando para o teto. Estranhamente, isso é normal. Se o seu filho ficar no quarto a olhar para o teto, não se preocupe. Talvez ele seja músico!”, brinca.

Pode ouvir a resposta completa pelos 38m 40s.