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Rita Carmo

Camané: “O fado é fado e eu quero fazer é fado. Vamos meter uns beats para as pessoas dançarem? Não tem graça nenhuma”

“Não quero mudar a música que faço por razão nenhuma. Não quero aproximar o fado da pop, não faz qualquer sentido”. No Posto Emissor, Camané, que acaba de lançar o álbum “Horas Vazias”, defende a fidelidade à essência do fado

Camané, que acaba de lançar o álbum "Horas Vazias", esteve no Posto Emissor, podcast semanal da BLITZ, a falar sobre este seu novo trabalho e sobre a sua postura na música.

"Não quero mudar a música que faço por razão nenhuma", garante o fadista. "O fado é fado, eu quero fazer é fado. E não quero aproximar o fado da pop, não faz sentido nenhum", considera. É a mesma coisa que na música clássica: vamos meter uns beats para as pessoas dançarem? Não tem graça nenhuma."

Ouça a resposta completa pelos 19m 53.