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30 de janeiro de 1969. Os Beatles no terraço do prédio da Apple Corps, no número 3 de Savile Row, em Londres

Ethan A. Russell/Apple Corps

E se os Beatles não tivessem acabado assim? O fado de “Let It Be”, o ‘falso’ adeus

“Let It Be” nasceu torto e jamais se endireitou. Deveria chamar-se “Get Back”, mas foi o disco do fim dos Beatles. 51 anos depois, é possível uma segunda leitura?

Factualmente falando, “Let It Be” é o décimo segundo e último álbum dos Beatles. Quando chegou aos escaparates, em maio de 1970, a banda mais importante dos anos 60 já não existia há um mês. Porém, a música nele contida — 12 canções, 7 na primeira face do LP, 5 no verso — havia sido na sua maioria ensaiada e registada 16 meses antes nos Twickenham Film Studios, em Londres. Porque acabou praticamente congelada durante tanto tempo, ao ponto de, pelo meio, os Beatles terem voltado a estúdio para gravar “Abbey Road”, que até acabaria por sair antes?

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