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Pedro Abrunhosa: “O Paulo foi pontapeado por turistas de países do primeiro mundo. O mal é transversal à humanidade”

Pedro Abrunhosa comentou a morte do jovem de 23 anos agredido à porta de uma discoteca no Porto. “O mal não tem cor nem cheiro nem raça nem religião e, sobretudo, não tem sonhos. Paulo morreu ingloriamente às mãos dos inúteis deste planeta”

Pedro Abrunhosa comentou a morte de um jovem, no Porto, vítima de agressões por parte de várias pessoas. O crime aconteceu no passado fim de semana, à porta de uma discoteca da cidade, e resultou na detenção de um dos agressores. Paulo Correia, a vítima mortal, tinha 23 anos.

"Paulo. 23 Anos. Agente de Músicos. Fazedor de Sonhos. Ajudador de sonhadores. Assassinado a soco pela ‘valentia’ de uma escumalha em grupo à porta de uma discoteca no Porto. Sete ‘corajosos’ (...) bêbedos agrediram-no até se esvair em hemorragias internas. O Paulo tinha uma história que iria contar no resto da vida que lhe foi tirada cobardemente. Nunca saberemos o fim dessa história", escreve Pedro Abrunhosa.

"Sabemos apenas a dor que deixa: pais, amigos, família, sonhadores, Músicos. Todos estamos de luto hoje. O Paulo tinha objetivos e projetos, coisa alheia a assassinos e pessoas sem carácter. Foi pontapeado por turistas de países do primeiro mundo. O que prova que o mal é transversal à humanidade. Não tem cor nem cheiro nem raça nem religião e, sobretudo, o mal não tem sonhos. Paulo morreu ingloriamente às mãos dos inúteis deste planeta", prossegue o músico, rematando: "Que o culpado seja julgado, condenado de acordo com a lei nacional e que cumpra a pena em Portugal. Haja Paz nas ruas. Justiça nos tribunais. Bondade no coração dos fracos. De todos."

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