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Roberto Medina

Gabe Ginsberg/Getty Images

Roberto Medina: “Quem recusa ser vacinado deve ser impedido de entrar em concertos. O argumento 'eu tenho a minha liberdade' é inaceitável”

O fundador e presidente do Rock in Rio, Roberto Medina, diz-se “totalmente a favor” da obrigatoriedade da vacinação para a covid-19

Roberto Medina, fundador e presidente do Rock in Rio, diz-se acérrimo defensor da vacinação contra a covid-19 e defende que quem recusa ser vacinado deve ser impedido de entrar em concertos.

"O argumento de quem diz 'eu tenho a minha liberdade' é inaceitável", diz Medina em entrevista à revista Veja, "no momento em que uma pessoa se recusa a vacinar-se, põe em risco outras vidas. Tem mais é que ser impedida de entrar nos eventos".

Questionado sobre os protocolos sanitários para a edição de 2022 do Rock in Rio no Brasil, explica que o recinto vai ser aumentado em 20% e que a lotação será mantida "em torno de 100 mil pessoas", havendo também maior controlo no acesso a atrações como a roda gigante ou o slide.

"Esta doença foi o maior tranco que já enfrentei. O vírus pôs a humanidade de joelhos", diz ainda o presidente do Rock in Rio, garantindo que em termos profissionais o adiamento das edições de 2020 e 2021 não foi um rombo muito grande porque "hoje tenho uma musculatura financeira que me permite absorver este tipo de coisas e os contratos preveem catástrofes sanitárias".