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António Manuel Ribeiro em Cacilhas, abril de 2018

Rita Carmo

António Manuel Ribeiro (UHF), o eterno resistente: “Não cheguei aqui de cadeira de rodas nem de bengala”

O rock e a intimidade. O dinheiro e a fama. Os amores, tantos, e os desamores. As drogas e outros demónios. Quem já saiu de cena e quem sobrevive. Há três anos, António Manuel Ribeiro não se esquivou a nenhuma das ‘balas’ numa longa entrevista de vida à BLITZ. Recuperamo-la agora, quando passam 40 anos do histórico álbum de estreia dos UHF, “À Flor da Pele”, que a banda tem tocado integralmente em concertos comemorativos

Rita Carmo

Rita Carmo

Fotojornalista

Há 40 anos, em Almada, António Manuel Ribeiro iniciava à frente dos UHF um dos mais singulares percursos do nosso rock. Ininterruptamente, durante quatro décadas, ladeado por inúmeros músicos, o vocalista dos UHF vestiu a pele do eterno rebelde, do rocker que se eterniza em palco e que se recusa a desligar os amplificadores. À BLITZ, jogando ‘em casa’, bem perto do sítio em que os UHF deram os primeiros passos, António Manuel Ribeiro abre o extenso livro da sua vida, fala dos alvores da carreira, das mudanças de editora, dos excessos do rock e dos problemas que as drogas impuseram à sua banda, dos egos e das rivalidades, da saúde e da sensação de mortalidade, do passar do tempo e dos problemas que teve com uma fã que foi longe demais, como nos filmes.

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