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Rita Carmo

JP Simões: "O trabalho dos músicos hoje é tocar ao vivo. O Spotify é a vingança dos zombies"

Convidado do Posto Emissor, podcast semanal da BLITZ, JP Simões falou sobre o seu novo disco enquanto Bloom, "Drafty Moon", e também sobre aquilo que os músicos podem, hoje, esperar do seu ofício. "O Spotify tem um esquema de distribuição desigualitário, mas como é uma espécie de monopólio, torna-se irresistível"

JP Simões esteve, esta semana, no Posto Emissor, podcast da BLITZ, para falar do seu novo álbum, "Drafty Moon", que assina enquanto Bloom. O disco deverá estar disponível nas próximas semanas.

Quanto às expectativas para a edição de um álbum, atualmente, reflete JP Simões: "O trabalho dos músicos é tocar ao vivo. O Spotify é o revenge of the zombies. A indústria da música tratava os músicos como escravos palermas e depois esteve muito tempo a sofrer com a democratização da produção e o formato digital. Essa exclusividade acabou e apareceu o Spotify com um esquema de distribuição desigualitário. Mas, como é uma espécie de monopólio, torna-se irresistível", argumenta.

Pode ouvir a resposta completa de JP Simões pelos 15 minutos.