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Rita Carmo

JP Simões: "Sou um bocado imaturo. Cada disco é uma tentativa de gerir ansiedades, quando chega ao fim apetece-me fugir para outra banda"

"Tenho a sensação de que me torno uma caricatura de mim próprio ao fazer versões de canções minhas, mas que não sinto como acervo meu. Não sou como o Sérgio Godinho. No meu caso, é uma confusão de heteronomias." JP Simões para ouvir no Posto Emissor

Em entrevista ao Posto Emissor, podcast semanal da BLITZ, JP Simões, que muito em breve lançará "Drafty Moon", o seu segundo álbum enquanto Bloom, explicou por que razão prefere não revisitar o seu trabalho com bandas anteriores.

"Sou um bocado imaturo. Cada disco é uma tentativa de gerir ansiedades. Quando chega ao fim, apetece-me fugir para outra personalidade ou outra banda", explica o ex-Belle Chase Hotel.

"Há coisas que foram feitas para certa época e sinto-as como outras vidas", diz. "Tenho a sensação de que me torno uma caricatura de mim próprio ao fazer versões de canções minhas, mas que não sinto como acervo meu. Não sou como o Sérgio Godinho, que tem belíssimas canções de 1970 até agora e pode tocar as que quiser. No meu caso, é uma confusão de heteronomias", confessa, dizendo porém que tem recuperado algumas canções, a pedido de promotores.

Ouça a resposta completo pelos 36m 25s.