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Guilherme Inês

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Guilherme Inês (1951-2021): o homem que brilhou na sombra

Fez parte da Salada de Frutas, teve bandas com José Cid e Herman José, gravou rock e publicidade, fado e música de intervenção. Tocou bateria em discos de Sérgio Godinho, Fausto, Lena d’Água e Trovante, produziu os maiores sucessos de Dulce Pontes e criou aquele que ainda hoje é um dos estúdios de referência em Portugal, o Namouche. Guilherme Scarpa Inês faleceu esta terça-feira

O elo comum entre discos como "Lutar Vencer", de José Jorge Letria (1975), "Chão Nosso", do então Grupo Trovante (1977), "Vida (Sons do Quotidiano)" de José Cid (1977), "Pano-Cru", de Sérgio Godinho (1978), "A Confederação", do notável trio formado por Fausto, Sérgio Godinho e José Mário Branco (1978), "Romances", de Vitorino (1981), ou "Ao Vivo no Coliseu", de José Afonso (1983) é Guilherme Inês. O veterano artista, desaparecido esta terça-feira aos 70 anos, fez sobretudo carreira na sombra, trabalhando como músico de sessão em numerosos projetos e deixando assim a sua distinta marca em importantes capítulos da história da nossa música popular.

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