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Charlie Watts

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Charlie Watts teve funeral privado e discreto. "Ele teria detestado que houvesse público e confusão"

Charlie Watts, baterista dos Rolling Stones, morreu no passado mês de agosto, aos 80 anos, tendo tido um funeral que "refletiu na perfeição o homem que era", avança colaborador de longa data do músico. Mick Jagger, Keith Richards e Ron Wood não puderam comparecer

Charlie Watts teve um funeral discreto, na região inglesa de Devon, revelou o seu antigo tour manager. Watts morreu no passado dia 24 de agosto, aos 80 anos, semanas depois de ter sido submetido a uma operação cirúrgica que o levou a desistir da digressão norte-americana dos Rolling Stones.

Num artigo escrito para o jornal inglês The Mirror, o seu antigo agente, Sam Cutler, explicou que o funeral "refletiu na perfeição o homem que ele era. Ele teria detestado que [as cerimónias fúnebres] fossem abertas ao público, com a confusão e a comoção que isso implicaria."

Segundo Cutler, que trabalhou com Charlie Watts pela primeira vez na década de 60, o baterista teria gostado que os Rolling Stones continuassem a tocar depois da sua partida. "Ele teria desejado que os seus companheiros de banda continuassem a tocar. Estou certo que o farão e que todos os concertos serão uma homenagem a este homem notável e tão estimado", acredita.

Das cerimónias fúnebres estiveram ausentes os músicos dos Rolling Stones — Mick Jagger, Keith Richards e Ron Woods. Atualmente em ensaios, nos Estados Unidos, para a vindoura digressão naquele país, os ingleses não puderam viajar para Inglaterra devido às restrições da covid.