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Sons de armas, ofensas a mulheres, gays e doentes. DaBaby acusado de incitamento ao ódio no festival Rolling Loud

Intervenção bizarra de DaBaby no festival Rolling Loud, em Miami, deixa fãs confusos. Rapper já se justificou. "Nem os meus fãs gays têm sida"

O rapper norte-americano DaBaby causou polémica com um pequeno discurso durante o seu concerto no festival Rolling Loud, em Miami, no passado fim de semana.

Ao pedir aos espectadores que erguessem no ar os seus telemóveis acesos, o artista excluiu desse repto algumas pessoas, nomeadamente aqueles que tenham "sida ou alguma dessas doenças sexualmente transmissíveis que nos matam em duas ou três semanas". DaBaby referiu-se também de forma pejorativa à intimidade de homossexuais e mulheres, numa intervenção entrecortada por sons de armas a serem carregadas.

Mais tarde, o rapper partilhou um vídeo no qual parece justificar as suas palavras, dizendo que o seu concerto é "para quem pagou e empregou o seu tempo para me vir ver. Toda a gente mostrou o seu telemóvel aceso porque nem os meus fãs gay têm sida. Não são drogados."

Veja aqui a intervenção polémica de DaBaby e o seu comentário posterior: