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«Penso sempre na mortalidade, na minha mortalidade. Mas é como um pensamento impossível. Somos o infinito aprisionado no finito», Caetano Veloso

Já são 6 os concertos de Caetano Veloso em Portugal em setembro

O músico brasileiro vai dar mais concertos em Portugal do que os anunciados inicialmente. Saiba quais são as datas extra

Depois de, na semana passada, anunciar dois concertos em Lisboa, um no Porto e um na Guarda, Caetano Veloso acaba de acrescentar mais datas portuguesas à sua agenda de setembro.

Em virtude de os espetáculos de Lisboa e Porto terem esgotado em poucas horas, o músico brasileiro marcou mais concertos para cada uma daquelas cidades.

Caetano Veloso atuará assim no Coliseu de Lisboa a 1, 2 e 3 de setembro; no Teatro Municipal da Guarda a 5 e no Coliseu do Porto a 7 e 8.

Os bilhetes custam 25 euros na Guarda, entre 25 euros e 80 euros no Porto e entre 30 euros e 85 euros em Lisboa.

“Portugal será a última paragem de uma digressão europeia que passará pelas prestigiadas salas de Elbphilharmonie, em Hamburgo, para duas sessões já esgotadas, a Philharmonie de Paris, também esgotada, e a Arena5, em Bruxelas”, foi comunicado na semana passada.

Em maio, Caetano Veloso anunciou que estava a gravar um disco com canções inéditas, quase uma década após o lançamento de "Abraçaço", em 2012. “De facto, estou a gravar um disco de inéditos. Já se passaram nove anos desde o último. Ainda não posso dizer muito sobre as canções, mas elas representam como está a minha cabeça agora”, disse o autor de clássicos da música brasileira como 'Terra', 'Sampa', 'Você é linda', 'Alegria, Alegria', 'Leãozinho' ou 'Sozinho.

O cantor e compositor, de 78 anos, admitiu que pretendia gravar o disco no início de 2020, após ter composto algumas músicas novas, durante uma viagem que fez à sua terra natal, Bahia, no verão de 2019. No entanto, quando chegou ao Rio de Janeiro, em março do ano passado, estava tudo paralisado, devido à pandemia de covid-19. “Decidi esperar e esperei mais de um ano, mas as coisas não melhoraram. Então, resolvi gravar num estúdio que tenho em casa. Faço-o com alguns músicos à distância e com outros de forma presencial, mas cumprindo todos os protocolos [sanitários]", explicou o artista.

Com Lusa