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Amy Winehouse

Amy Winehouse morreu há 10 anos. Toda a história: vida trágica, grande música, talento desperdiçado

A dureza das palavras nas canções rivalizava com a doçura da sua voz. Para Amy, o sofrimento foi sempre o combustível da inspiração, o coração partido a condição insuperável de uma vida feita de vendas de milhões, de intoxicações diversas, de degradação pública. Republicamos a história de uma vida terminada aos 27 anos, feita de grande música e de um incrível talento desperdiçado

Todos os que se ocupam de procurar coincidências de proporções cósmicas não poderão deixar de anotar a ironia profunda contida na provável banda sonora que Mitch e Janis Winehouse terão tido enquanto se encaminhavam para o hospital Chase Farm em Enfield: seria lógico que no rádio do táxi que os levou até à maternidade tocasse o tema que dominava as tabelas a 14 de setembro de 1983, o dia do nascimento da pequena Amy «Red Red Wine», dos UB40. Esta popularíssima versão de um tema de Neil Diamond colocou nos ouvidos de toda uma geração uma letra que indicava o vinho tinto como o único alívio para o sofrimento causado por um amor perdido. Anos mais tarde, Amy encontrou o sucesso a cantar amores perdidos, dores de alma e como adormecer todo esse sofrimento.

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