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João Carvalho, diretor do Festival de Paredes de Coura

João Carvalho: “O Benjamin Clementine deita-se cedo mas saiu daqui eram 3 da manhã, ficou a confraternizar. O concerto foi uma onda de amor”

“Ele costuma deitar-se cedo, mas nessa noite ficou a confraternizar no backstage. Esse concerto foi memorável pela razão de, sendo um estilo de música tão específico, que requer silêncio, as pessoas se portarem bem”. João Carvalho, diretor do Vodafone Paredes de Coura, recorda no Posto Emissor os momentos especiais de quase 30 anos de festival

Foram várias as memórias de quase 30 anos de Festival Paredes de Coura aquelas que foram desfiadas no podcast Posto Emissor por João Carvalho, responsável máximo do evento minhoto.

Em mais um ano de paragem do festival, devido à situação pandémica, João Carvalho fala-nos do que está a preparar para 2022, mas também recorda os pontos altos do passado. O concerto de Benjamin Clementine, em 2017, foi um deles: "Ele costuma deitar-se cedo e nessa noite saiu daqui eram 3h da manhã. Ficou no backstage a confraternizar até tarde. Este concerto foi memorável pela razão de, sendo um estilo de música tão específico, que requer silêncio, as pessoas se portarem bem. Era um silêncio e uma onda de amor". Carvalho recorda também o espetáculo de Charles Bradley, dois anos antes, como um dos mais emblemáticos do 'espírito' courense.

Para ouvir a partir dos 39 minutos e 28 segundos do podcast Posto Emissor: