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Rita Carmo

Agir: “Desde os 20 anos que não toco num cigarro ou álcool. Na fase boémia não tinha tatuagens”

Um comentário que associa a sua aparência ao consumo de drogas motivou uma reação de Agir em vídeo. “Já todos sabemos que ter tatuagens não é sinónimo de dar em drogas”

Agir partilhou um vídeo no Instagram no qual reage a um comentário que associa a sua aparência, particularmente as suas tatuagens, ao consumo de drogas e a problemas de saúde mental. "Desde os meus 20 anos, estou com 33, que não toco num cigarro, num copo de álcool, numa ganza, em rigorosamente nada", esclarece o músico, "só comecei a tatuar-me com 22, 23 anos".

“Tive uma fase um bocadinho mais boémia e mais maluca quando era adolescente e curiosamente nessa fase não tinha uma única tatuagem. Com 20 anos, abandonei um bocadinho essa vida maluca", diz Agir, explicando que se assustou porque começou a ter "ataques de ansiedade e ataques de pânico".

Antes de terminar dizendo "estou muito bem comigo e com as minhas tatuagens", o músico diz acreditar que as pessoas com preconceitos relativos a quem se tatua já são "uma minoria". "Já todos sabemos que ter tatuagens não é sinónimo de dar em drogas", afirma, "mas a parte mais grave disto é a saúde mental. Com a saúde mental não se brinca e não podemos associar com esta leviandade a saúde mental a coisas como tatuagens e afins”.

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