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Rita Carmo

Rodrigo Guedes de Carvalho: “Não há diferença entre festivais e estádios cheios, embora ache uma palhaçada o que se tem feito com o futebol”

“Foi uma vergonha o que se passou nas nossas barbas, mas não há para mim diferença entre os festivais de verão e os estádios cheios. Pessoas em tronco nu aos abraços... acho mal, mas compreendo. Quanto aos espetáculos em sala, é uma aberração o que se está a fazer”. A opinião de Rodrigo Guedes de Carvalho sobre as restrições à música ao vivo em Portugal. Para ouvir no podcast Posto Emissor

Convidado do Posto Emissor, podcast semanal da BLITZ, Rodrigo Guedes de Carvalho falou sobre o seu novo projeto musical, Ruge, que esta quarta-feira, 30 de junho, atua na Praça Municipal da Sertã. O jornalista, escritor e músico comentou também as restrições impostas ao mundo dos espetáculos, devido à pandemia.

"Em relação aos festivais, compreendo a prudência: têm uma natureza de confusão e conglomeração difícil de gerir", começa por dizer. Rodrigo Guedes de Carvalho lembra porém que, no que toca à final da Liga dos Campeões, que se disputou no Porto, os mesmos critérios não foram aplicados. "Acho uma palhaçada o que se tem feito com o futebol: foi uma vergonha o que se passou nas nossas barbas. Não há, para mim, diferença entre os festivais de verão e os estádios cheios. Pessoas em tronco nu aos abraços umas às outras... acho mal, mas compreendo. Quanto aos espetáculos em sala, é uma aberração o que se está a fazer”, acredita.

Ouça os seus argumentos pelos 57 minutos.