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Julgamento dos suspeitos da morte do rapper Mota Jr já começou. Nenhum quis falar

Começou esta segunda-feira o julgamento dos suspeitos de matarem o rapper Mota Jr em março de 2020. Os arguidos decidiram não se pronunciar em tribunal

O julgamento dos suspeitos da morte do rapper Mota Jr, em março do ano passado, no Cacém, começou esta segunda-feira no tribunal de Sintra. Segundo o Jornal de Notícias, João Pedro Luízo, Édi Barreiros, Fábio Martins e Catarina Sanches resolveram não se pronunciar, podendo ainda fazê-lo numa fase posterior do julgamento.

Luízo, alegado mentor do crime, Barreiros e Martins são acusados de homicídio qualificado, roubo agravado, sequestro, furto qualificado e profanação de cadáver. Sanches, que terá atraído o rapper para o local do crime, responde apenas por roubo, e Martins está também acusado de posse de arma.

Em tribunal, João Pedro Luízo, que fugiu para Inglaterra depois do crime, escondendo-se na cidade de Manchester até ser detido pelas autoridades britânicas, pediu que fossem ouvidas as declarações que prestou aquando da detenção e nas quais diz que estava com um familiar na noite do crime.

David Mota foi morto em São Marcos, perto do Cacém, aos 28 anos, no dia 14 de março de 2020, tendo o seu corpo sido descoberto dois meses depois na Serra da Arrábida. Os suspeitos terão roubado as peças de ouro do rapper, que, depois de torturado, terá também entregado a chave de casa, indicando o sítio onde guardava dinheiro e outras joias.