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Rita Carmo

Rui Reininho: “O Júlio Isidro disse que a minha entrada nos GNR acabou com a frescura de um jovem grupo”

Rui Reininho reconhece que, aquando da entrada nos GNR, foram muitas as vozes críticas dos seus méritos enquanto cantor. “O Júlio Isidro, por exemplo. Não sinto por ele outra coisa que não seja simpatia, [por isso] não fico nada ofendido que ele, nos primeiros tempos, tenha dito que a minha entrada acabou com a graça de um jovem grupo”. Para ouvir no Posto Emissor

Rui Reininho é o convidado desta semana do Posto Emissor, podcast semanal da BLITZ. Em conversa com Luís Guerra, o músico nascido há 66 anos no Porto explica-nos como nasceu o seu surpreendente segundo disco a solo, “20.000 Éguas Submarinas”, mas delonga-se também noutros aspetos da sua vida, nomeadamente os 40 anos que já passou nos GNR.

Os primeiros tempos no Grupo Novo Rock, em que substitui na posição de vocalista Alexandre Soares (voz de 'Portugal na CEE', o primeiro êxito do grupo e um dos maiores do boom do rock português), são lembrados. "No início ouvia isso muito [opiniões de que era mau cantor]. O Júlio Isidro, por exemplo, com quem hoje mantenho uma relação bastante simpática, não sentindo por ele outra coisa que não seja uma simpatia. Não fico nada ofendido que ele tenha dito que a minha entrada [nos GNR] acabou com a frescura e a graça de um jovem grupo. (risos) Não há rancor nas minhas palavras, juro. São coisas circunstanciais, que eu também disse de muita gente, e às vezes me venho a arrepender”. A relação com Alexandre Soares, que participa agora no álbum a solo de Reininho, também é tema desta conversa.

Para ouvir no podcast Posto Emissor e partir dos 21 minutos e 50 segundos: