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Rita Carmo

Rui Reininho: “Não comi budismo ao pequeno almoço, mas cheguei a isolar-me 16 dias sem álcool à vista”

“Cada vez me sinto menos sábio, mas a vantagem de ir à Galiza [fazer meditação e terapia musical] desde 2002 é que não me impingiram nenhuma ideologia espírita. Sem os eflúvios de álcool, apenas mar à vista. Talvez algumas sereias, mas o único pirata ali sou eu”. A 'mindfulness' de Rui Reininho, para ouvir no podcast Posto Emissor

Rui Reininho é o convidado desta semana do Posto Emissor, podcast semanal da BLITZ. Em conversa com Luís Guerra, o músico nascido há 66 anos no Porto explica-nos como nasceu o seu surpreendente segundo disco a solo, “20.000 Éguas Submarinas”, mas delonga-se também noutros aspetos da sua vida.

Frequentador desde 2002 do Centro de Punta de Couso, na Galiza, sob a orientação da psicóloga e terapeuta musical holandesa Jacomina Kistemaker (que inspirou e participou no disco recém-editado), Rui Reininho fala no Posto Emissor sobre essa etapa de auto conhecimento.

"Cada vez me sinto menos sábio, mas a vantagem de ter ido a Punta de Couso desde 2002 é que não me impingiram nenhuma ideologia mais espírita. Não comi budismo ao pequeno almoço, acompanhava os flocos e o chazinho com outras coisas mais favoráveis para mim fisicamente. Cheguei a isolar-me 16 dias num sítio vegetariano, sem os eflúvios de álcool, apenas mar à vista. Talvez algumas sereias, mas o único pirata era eu”.

Para ouvir a resposta completa a partir dos 12 minutos e 31 segundos do podcast Posto Emissor: