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Moby: “Cresci pobre, a sentir-me inseguro, ostracizado e sem raízes. Por muito sucesso que tenha tido, ainda sou esse miúdo”

Franco, lúcido, desarmante. Aos 55 anos, o artista de música eletrónica mais bem-sucedido de sempre conta a história da sua vida num documentário desconcertante e cumpre o sonho de lançar um álbum com orquestra. De Los Angeles, onde vive, Moby falou em exclusivo à BLITZ e ao Expresso sobre a sua música e as suas inseguranças, mas também sobre neurociência, amigos famosos e as pessoas mais infelizes do mundo

Lia Pereira

Lia Pereira

Jornalista

Quando era miúdo e tocava em bandas punk desconhecidas ou atuava como DJ em bares duvidosos, Richard Melville Hall, cidadão que o mundo conhece como Moby, não sonhava vir a tocar para grandes multidões, vender milhões de discos ou tornar-se rico. Criado numa família pobre e rodeado de alguma violência, o norte-americano continua a surpreender-se com o que a vida lhe tem dado. As mais recentes oferendas são “Reprise”, um disco com orquestra e convidados como Gregory Porter ou Mark Lanegan, lançado pela Deutsche Grammophon, e o documentário “Moby Doc” que, num registo vagamente onírico, partilha a história do seu percurso e também as suas crenças. Ao telefone de Los Angeles, onde vive, Moby falou com generosidade sobre música, neurociência e as pessoas mais infelizes do mundo.

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