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Hannah Reid, dos London Grammar

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London Grammar: “Comi o melhor peixe grelhado da minha vida em Portugal”

Têm-se destacado, desde que se estrearam em 2013, como uma das bandas mais aplaudidas da pop britânica e estão de volta com um novo álbum. “Californian Soil” serviu de ponto de partida para uma conversa com a vocalista e letrista dos London Grammar, Hannah Reid, que falou à BLITZ sobre como se 'perdeu' na América, da misoginia que ainda existe na indústria musical e das melhores recordações que guarda de Portugal

Quando, em 2013, os London Grammar se juntaram aos Disclosure para uma das canções mais celebradas do disco de estreia do duo eletrónico, 'Help Me Lose My Mind', já tinham muitos holofotes virados para si. Canções como 'Wasting My Young Years' ou 'Strong' valeram-lhes rasgados elogios e levaram "If You Wait", o primeiro álbum, a tabelas de vendas espalhadas pelo globo. "Truth is a Beautiful Thing", o segundo longa-duração, editado em 2017, elevou-os a outro patamar e trouxe-os a Portugal para um concerto que não esquecem. Em 2021, o trio é um valor seguro da pop britânica, mas Hannah Reid, vocalista e letrista, confessa que ponderou desistir devido à ansiedade acumulada em digressões constantes. "Californian Soil", o novo e terceiro álbum, contrariou essa vontade de colocar um ponto final no percurso da banda e a artista confessa-se entusiasmada com a perspetiva de regressar à estrada. Em entrevista à BLITZ, Reid recorda a passagem por Lisboa, desabafa sobre a misoginia que ainda existe na indústria musical e fala de como os Estados Unidos inspiraram as novas canções.

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