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1991, o último grande ano do rock. Capítulo 4: os milhões dos tubarões Guns N' Roses, Metallica, RHCP e Lenny Kravitz

A conta global da luz deve ter sido astronómica em 1991, tendo em conta a incrível tempestade eléctrica que o rock gerou nesse ano, de ambos os lados do Atlântico e também na barricada que separava os mundos “comercial” e “alternativo”. Hoje falamos dos 'tubarões' que fizeram milhões há 30 anos: dos Guns N' Roses aos Metallica, dos Red Hot Chili Peppers a Bryan Adams ou Lenny Kravitz. Esta é a quarta e última parte de uma série de artigos que olham para aquele que poderá ter sido o ano da melhor colheita rock das últimas três décadas

De volta a 1991. Já por aqui relembrámos os 12 meses de absoluta loucura que catapultaram o grunge de Seattle para os quatro cantos do globo graças ao impacto de bandas como Nirvana, Pearl Jam ou Soundgarden; recordámos igualmente o fervor alternativo que varreu esse calendário graças ao feedback que se desprendeu de clássicos registos de Pixies ou Dinosaur Jr.; e até espreitámos o que em Inglaterra se ofereceu à História pelas mãos de gente como os U2, Primal Scream ou Blur. Os compêndios podem guardar boa parte desses registos, apontados como “clássicos”, peças daquelas que “mudam o jogo”, trabalhos visionários. Mas, se percorrermos os corredores das grandes editoras, ainda hoje, o mais provável é vermos as suas paredes adornadas com placas comemorativas de vendas astronómicas pelos grandes tubarões da indústria. É que não nos podemos esquecer que 1991 foi também o ano de gente como Metallica, Lenny Kravitz, Tom Petty, Guns n’ Roses ou Bryan Adams, artistas e bandas igualmente capazes de fazer ondas, ou até de provocarem verdadeiros tsunamis eléctricos, com guitarras e amplificadores, baixos e baterias e canções daquelas que os tops de vendas adoram.

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