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KENZO TRIBOUILLARD/Getty Images

Måneskin, vencedores da Eurovisão: “Nunca consumiríamos drogas ao vivo na televisão, com 180 milhões de pessoas a ver”

Os italianos Måneskin viram-se envolvidos em polémica depois de vencerem a Eurovisão, no passado sábado. Numa nova entrevista, a banda diz que sabia que os rumores de que o vocalista teria inalado cocaína durante a final eram “uma parvoíce”

Os Måneskin, banda italiana que se sagrou vencedora da edição deste ano da Eurovisão, comentaram a polémica que se instalou no festival devido ao alegado consumo de drogas durante a final de passado sábado por parte do vocalista, Damiano David.

Em entrevista ao NME, a baixista Victoria De Angelis começa por dizer que as acusações "não foram um problema" porque sabiam que era "uma parvoíce".

"Nunca o fizemos e nunca faríamos tal coisa ao vivo na televisão, com 180 milhões de pessoas a ver", continua a artista, "nunca consumimos cocaína ou outras drogas portanto imediatamente dissemos 'testem-nos, porque não temos nada a esconder e não queremos que as pessoas falem dessas coisas estúpidas e não da nossa música'".

Recorde-se que David se submeteu a um teste de despiste de drogas, depois de a banda regressar a Itália, e o resultado deu negativo. A organização da Eurovisão reagiu num comunicado no qual se lê: "não houve qualquer consumo de drogas na Green Room e o assunto está encerrado. Ficamos alarmados com o facto de especulações imprecisas, que levaram a notícias falsas, terem ensombrado o espírito e o resultado do evento e afetado injustamente a banda".

Sobre a vitória na Eurovisão com uma canção rock, 'Zitti e Buoni', o vocalista Damiano David diz: "penso que as pessoas estavam a precisar de rock 'n' roll! Estou a brincar, na verdade não sabemos a causa, mas estamos felizes de que as pessoas nos perceberam, a nossa identidade e a nossa intensidade".