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Ana Moura: “Era miúda e já me chamavam voz de bagaço. Cheguei a pensar que não tinha voz para fado”

“Sempre que atendia o telefone de casa, os amigos dos meus pais pensavam que eu era o meu irmão. Confesso que pensei: 'não tenho voz para fado'. Fui aprendendo a aceitar a voz que tinha”. Ana Moura, desempoeiradamente, para ouvir no Posto Emissor

Convidada do Posto Emissor, podcast semanal da BLITZ, Ana Moura falou sobre a nova fase da sua carreira, marcada por uma maior independência, e também sobre a relação que tem com a sua voz, que sempre foi grave.

"Era miúda e já me chamavam voz de bagaço", conta. "Sempre que atendia o telefone de casa, os amigos dos meus pais pensavam que eu era o meu irmão, que na altura tinha uma voz mais aguda que a minha."

"Quando comecei a cantar fado, as fadistas tinham todas uma voz muito limpa e cristalina. Confesso que pensei: 'não tenho voz para fado', mas depois fui ouvir a Beatriz da Conceição, que tinha uma voz bem velada, ou a Lucília do Carmo, e fui aprendendo a aceitar a voz que tinha."

Ouça a resposta completa pelos 16m 04s.