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Daði og Gagnamagnið, os representantes da Islândia na Eurovisão

Birta Ran

Eurovisão. Covid-19 retira Islândia, uma das favoritas à vitória, da presença ao vivo na competição

Um dos elementos dos islandeses Daði og Gagnamagnið testou positivo à covid-19. Por esse motivo, a banda anunciou que não vai apresentar-se ao vivo na Eurovisão. Deveria subir ao palco na segunda semifinal do evento, a mesma em que participam os Black Mamba

Os Daði og Gagnamagnið, representantes da Islândia na Eurovisão e uns dos favoritos à vitória, não vão poder atuar ao vivo na segunda semifinal, que se realiza esta quinta-feira, nem na final de sábado, caso sejam apurados, porque um dos elementos da banda testou positivo para a covid-19.

Em comunicado enviado à imprensa, a organização da Eurovisão explica: "depois de um teste positivo na delegação islandesa no passado domingo, toda a equipa tem estado em quarentena e feito testes PCR. Um dos elementos do grupo islandês Daði og Gagnamagnið também testou positivo à covid-19, o resto da delegação testou negativo".

"Os Daði og Gagnamagnið tomaram a difícil decisão de cancelar a sua apresentação ao vivo nos espetáculos deste ano do Festival da Eurovisão, visto que só querem atuar juntos, enquanto grupo", lê-se ainda no comunicado, "a canção vai continuar em competição e será transmitida a sua atuação no ensaio, gravada em palco a 13 de maio".

Na segunda semifinal, que se realiza na Ahoy Arena, em Roterdão, Holanda, esta quinta-feira, 20 de maio, o grupo islandês competirá pelo apuramento para a final de sábado com os Black Mamba, representantes portugueses, mas também com os concorrentes da Suíça, Bulgária, Finlândia, Grécia, São Marino, Sérvia, Albânia, Moldávia, Áustria, Dinamarca, Estónia, Letónia, República Checa, Polónia e Georgia.

Das 17 canções da segunda semifinal, só dez passam à final, juntando-se às dez que foram ontem selecionadas na primeira semifinal, bem como aos "Big five" (Reino Unido, França, Itália, Espanha e Alemanha) e aos Países Baixos, vencedores do ano passado.