Perfil

Blitz

Uma parceria com o jornal EXPRESSO

Notícias

Ana Moura

Rita Carmo

Ana Moura: “Já estive no camarim doente, a levar soro e a vomitar. Mas quando faltam 5 minutos vou para o palco e esqueço qualquer dor”

"O Carlos do Carmo dizia que o concerto de um fadista equivalia a não sei quantos dias de um operário. É uma música que exige imenso do nosso físico. Costumo dizer às pessoas que perco peso em palco, e quase não me mexo". Ana Moura para ouvir no Posto Emissor

Convidada do mais recente Posto Emissor, podcast semanal da BLITZ, Ana Moura falou sobre o esforço físico que um concerto acarreta, mas também do poder 'terapêutico' que o palco tem.

Em tempos, Carlos do Carmo chegou mesmo a alertá-la para os possíveis efeitos na sua saúde de uma agenda carregada, recorda.

"O Carlos do Carmo dizia que um concerto de um fadista equivalia a não sei quantos dias de um operário. É uma música que exige imenso do nosso físico. Costumo dizer às pessoas que perco peso em palco - e eu quase não me mexo", diz.

"Mas nem isso me fez travar. Sou super workaholic", confessa Ana Moura, contando que já esteve nos bastidores "doente, a levar soro e a vomitar" mas, quando lhe dizem que faltam cinco minutos para entrar em palco, 'desperta'. "Vou para cima do palco e esqueço qualquer dor."

Ouça a resposta completa pelos 9m 45s.