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Rita Carmo

António Manuel Ribeiro (UHF): “O Chega é conversa de táxi. A extrema-direita em Portugal não tem ideologia”

“A nação portuguesa gosta muito de ter um pai. Eu pertenço ao grupo dos patetas que a seguir ao 25 de Abril achavam que íamos ficar modernos e europeus”. António Manuel Ribeiro, a alma dos UHF, no podcast Posto Emissor

António Manuel Ribeiro, líder dos UHF, é o convidado desta semana do Posto Emissor.

No momento em que lança “As Canções da Casa Escura”, um álbum a solo com temas que não couberam nos seus UHF, o músico de 66 anos faz uma viagem à infância passada sob a batuta de uma mãe de mão firme, reflete sobre um país “bipolar” e pondera sobre vários assuntos da atualidade.

Abordando a ascensão de movimentos contrários ao espírito democrático, António Manuel Ribeiro afirma: “Temos neste momento em Portugal uma extrema-direita sem ideologia nenhuma, aliás como o Estado Novo. O que é que é hoje a extrema-direita em Portugal representada pelo Chega? É conversa de café, conversa de táxi. Há pessoas boas que estão a ir atrás destas ideias [porque] a nação portuguesa gosta muito de ter um pai. Eu pertenço ao grupo dos patetas que a seguir ao 25 de Abril achavam que íamos ficar modernos e europeus.

Para ouvir no Podcast Posto Emissor a partir dos 26 minutos e 41 segundos: