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Agir lançou canção sobre a Justiça em Portugal. Chama-se 'Prescrever' e diz isto: “Há quem não divida o bolo que é do amigo ou da mãe”

“Deixa andar, alguém há de pagar e levar com esta bucha quando ela prescrever”, canta Agir numa canção de intervenção que pode ouvir aqui

Agir acaba de lançar uma nova canção, de título 'Prescrever'.

A canção é apresentada como inscrita na tradição da música de intervenção, "mas de forma descontraída", tendo arranjo de cordas de Tomás Marques e vídeo de Arlindo Camacho.

Em comunicado, escreve-se que este tema é "uma reflexão sobre os alçapões que a hermenêutica jurídica cria e que, numa clara distorção ontológica, alimentam as desigualdades sociais, acabando por perverter a essência da justiça'.

Em 'Prescrever', que Agir diz encerrar um ciclo começado com a sua atuação no Festival do Canção, onde cantou 'E Depois do Adeus' e 'Flor Sem Tempo' com o seu pai, Paulo de Carvalho, o cantor assina tiradas como: "Não somos todos iguais, o sol nunca é para todos/há quem não divida o bolo que é do amigo ou da mãe"; "Não somos todos iguais, somos inércia e miopia na esperança que um dia haja festa no Marquês" ou, já no refrão, "Deixa andar, alguém há de pagar e levar com esta bucha quando ela prescrever".