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Rita Carmo

“Andamos aqui a inventar para manter a chama viva”. O que esperam as salas de espetáculo na reabertura

Três meses e quatro dias depois, as salas de espetáculo voltam a abrir esta segunda-feira. O Expresso falou com os responsáveis de várias, para saber quais as expectativas

A partir desta segunda-feira volta a ser possível ir ao cinema, ao teatro, a concertos e a outros espetáculos. Com as mesmas regras e limitações do primeiro desconfinamento, as salas voltam a abrir as portas, que estavam fechadas desde 15 de janeiro.

No Cinema Nimas, em Lisboa, a primeira sessão foi às 11h, com a exibição de “Nomadland - Sobreviver à América”, um dos nomeados para os Óscares. A sessão teve 35 espectadores, a desta noite está esgotada. No grupo empresarial que gere esta rede de cinemas, a reabertura é encarada com otimismo. “Quando reabrimos [depois do primeiro confinamento] conseguimos manter uma dinâmica fortíssima, de tal maneira que conseguimos em 2020 ter mais espectadores, mesmo com o tempo que estivemos fechados e com as restrições de lotação e horário”, afirma Paulo Branco, da Medeia Filmes. Segundo o produtor, o aumento foi de 10% face a 2019 e "essa dinâmica estava a manter-se em janeiro”. “Chegámos a esgotar salas aos sábados e domingos de manhã. Espero que isso volte a acontecer”, diz.

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