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Rita Carmo

Hélio Morais: “Mesmo sendo ateu, Deus salvou-me a vida. E tenho pena de não ter fé”

“Fui crente durante alguns anos. [A religião] estruturou-me, porque eu vivia sozinho com o meu pai. [A igreja] era um apoio grande”. O baterista de Linda Martini, que agora lançou um álbum como Murais, recorda no Posto Emissor a importância que a fé já teve na sua vida

Convidado do mais recente Posto Emissor, podcast semanal da BLITZ, Hélio Morais falou sobre o seu primeiro disco a solo, "Murais", e também sobre a forma como, no começo da adolescência, começou a tocar bateria.

"Comecei a tocar bateria aos 13 anos, numa igreja protestante em Massamá", recorda o músico de Linda Martini e PAUS, destacando a importância que a igreja teve para si, apesar de hoje se considerar ateu.

"O meu pai nunca foi religioso e eu [também não era]. Depois fui crente durante alguns anos. [A religião] estruturou-me, porque eu vivia sozinho com o meu pai. [A igreja] era um apoio grande", lembra. "Costumo dizer que, mesmo sendo ateu, Deus me salvou a vida", afirma Hélio Morais, que confessa ainda sentir "pena de não ter fé".

Pode ouvir esta resposta a partir dos 12m 56s.