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José Cid

Rita Carmo

José Cid: “Não gosto de coisas desonestas e há gente que até os solos de guitarra plagiou. Não me calo porque não contesto, constato”

“Quase sempre com bailarinas e bailarinos atrás, em playback, vêm ocupar o lugar de novas gerações [de músicos] em Portugal que veem as suas ambições cerceadas por gente que não é honesta a fazer música e troca um porco por chouriços”. No Posto Emissor, José Cid é implacável com a “música populosa”, que odeia ver confundida com a música popular portuguesa

José Cid é o convidado desta semana do Posto Emissor.

Poucos dias após a edição de 'Hope and Joy', uma canção em inglês sobre a pandemia, o veterano da música portuguesa faz no podcast da BLITZ um 'retrato panorâmico' de um percurso artístico de seis décadas.

Abordando a cena musical portuguesa, Cid é direto e implacável: “Há gente que até os solos de guitarra plagiou, e isso é uma coisa com a qual eu não posso compactuar. Há uma confusão detestável: essa música a que chamam popular é música populosa: [há uma] plêiade, quase sempre com bailarinas e bailarinos atrás, e em playback, que vem ocupar o lugar de novas gerações que tocam e compõem muito bem e veem as suas ambições cerceadas por gente que não é honesta a fazer música e troca um porco por chouriços”

Ouça a resposta completa, mais longa e detalhada, a partir dos 47 minutos e 50 segundos: