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Adolfo Luxúria Canibal, dos Mão Morta

Rui Duarte Silva

Adolfo Luxúria Canibal: “Não é preciso ser artista para perceber o aquecimento global. Só é preciso ser mentecapto para não perceber”

“Não era evidente pensar que pudesse haver uma pandemia que nos poria neste estado. Eram percetíveis outros sinais, que continuam evidentes: os sinais ambientais de todo o género”, afirma o líder dos Mão Morta, também especialista em Direito Ambiental. Para ouvir no Posto Emissor

Adolfo Luxúria Canibal, convidado do mais recente Posto Emissor, podcast da BLITZ, falou sobre os paralelos entre a situação pandémica e o ambiente descrito no mais recente álbum dos Mão Morta, "No Fim Era o Frio", que se desenrola num cenário pós-apocalipse ambiental.

"No disco a coisa é muito mais radical, mais fim de linha", compara. "Mas o ambiente é o mesmo: nós, enquanto ser gregário, isolados."

“Não era evidente pensar que pudesse haver uma pandemia que nos poria neste estado. Eram percetíveis outros sinais, que continuam evidentes: os sinais ambientais de todo o género”, considera o músico e especialista em Direito Ambiental. "Não é preciso ser artista para perceber o aquecimento global. Só é preciso ser mentecapto para não perceber.”

Ouça a resposta de Adolfo Luxúria Canibal a partir dos 7m 50s.