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Adolfo Luxúria Canibal, dos Mão Morta

Rui Duarte Silva

Adolfo Luxúria Canibal: “Num festival, o contacto é em grande escala. A solução lógica seria [emitir] um passaporte: vacina ou teste”

“Mais do que no futebol, num festival de música o contacto físico [é inevitável]. As pessoas agregam-se frente ao palco”, considera o líder dos Mão Morta. A solução para viabilizar eventos de grande escala, defende, pode ser a emissão de um passaporte covid que permita “uma convivência normal dentro do recinto”. Para ouvir no podcast Posto Emissor

Em entrevista ao Posto Emissor, podcast semanal da BLITZ, Adolfo Luxúria Canibal falou sobre a probabilidade de, no próximo verão, se realizarem alguns festivais.

"Eu tenho esperança de que haja alguns festivais, nomeadamente aqueles que me dizem mais, como Paredes de Coura", confessa o vocalista dos Mão Morta, mostrando porém dúvidas sobre os moldes em que os eventos poderão ter lugar.

"Mais do que no futebol, num festival de música o contacto físico [é inevitável]. Mesmo que se limite a lotação, as pessoas agregam-se frente ao palco", lembra Adolfo Luxúria Canibal.

A solução "mais lógica" para o músico de Braga seria a emissão de um passaporte de saúde, "por teste feito ou vacina tomada", diz, salientando porém não ser "especialista".

Ouça essa resposta pelos 42 minutos e 20 segundos.