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Adolfo Luxúria Canibal, dos Mão Morta

Rui Duarte Silva

Adolfo Luxúria Canibal: “Chegámos, uma multidão maior que o São João, chamam por mim. Era um grupo de 5 ou 6 brasileiros a pedir autógrafos”

Em 2013, os Mão Morta foram ao Brasil atuar num evento gigantesco, em São Paulo, e ficaram “perplexos” com o que descobriram. Uma história contada por Adolfo Luxúria Canibal para ouvir no Posto Emissor

Em entrevista ao Posto Emissor, podcast semanal da BLITZ, Adolfo Luxúria Canibal recorda uma das viagens mais marcantes que a sua banda, os Mão Morta, fizeram: a São Paulo, no Brasil, em 2013.

Na Virada Cultural, um evento que atrai "milhões de pessoas" às ruas do centro de São Paulo, a banda de Braga ficou "perplexa" com o que encontrou.

"Estávamos a chegar, uma multidão que não é comparável ao São João, e ouvimos alguém chamar por nós. Era um português emigrado no Brasil, mas logo a seguir apareceram 5 ou 6 brasileiros a pedir autógrafos", recorda. E foi assim que os Mão Morta souberam que tinham uma banda de versões no Brasil.

Ouça esta história caricata a partir dos 33 minutos.