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Adolfo Luxúria Canibal, dos Mão Morta

Rui Duarte Silva

Adolfo Luxúria Canibal: “Tenho a impressão de que a Ministra da Cultura é de uma casta que, como no fascismo, vê Portugal como sendo Lisboa”

Admitindo não conhecer pessoalmente Graça Fonseca, o líder dos Mão Morta atribui à Ministra da Cultura “tiques” de centralismo. “Cada vez mais esse espírito lisboeta está enraizado. Há pessoas que vão viver para Lisboa e que ganham esse tique. Esquecem as dificuldades dos sítios de que fugiram”. Para ouvir no Posto Emissor

Em entrevista ao Posto Emissor, podcast semanal da BLITZ, Adolfo Luxúria Canibal reiterou as críticas que fez à Ministra da Cultura, Graça Fonseca, no verão passado, em declarações à BLITZ.

"Não conheço pessoalmente a Ministra da Cultura, mas a impressão com que fico é que ela pertence a uma espécie de casta lisboeta que, como no tempo do fascismo, continua a ver Portugal como sendo Lisboa. Esse espírito está enraizado em muitas pessoas, que não precisam de ser lisboetas", ressalva o vocalista dos Mão Morta

"Há pessoas que vão viver para Lisboa e ganham esse tique. E esquecem as dificuldades dos sítios de que fugiram. Não é um problema desta Ministra da Cultura em concreto, está mais generalizado", remata.

Ouça a longa resposta de Adolfo Luxúria Canibal a partir dos 24 minutos.