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Adolfo Luxúria Canibal, dos Mão Morta

Rui Duarte Silva

Adolfo Luxúria Canibal: “Estamos fartos, deixámos de ser racionais e temos comportamentos quase suicidários. Isto pode nunca mais acabar”

“Não é por termos um calendário de desconfinamento que a coisa se torna mais suportável. As pessoas devem estar como eu: fartas disto. E a culpa é toda nossa: já não estamos a ser racionais”. Os últimos meses e o futuro da pandemia vistos pelo líder dos Mão Morta. Para ouvir no Posto Emissor

Convidado do Posto Emissor desta semana, Adolfo Luxúria Canibal confessou que encarou com mais facilidade o primeiro confinamento, que aproveitou para dar passeios pela natureza e desenvolver algumas ideias criativas, do que o presente.

Preocupado, o vocalista dos Mão Morta aponta: "Não é por termos um calendário de desconfinamento que a coisa se torna mais suportável. As pessoas devem estar como eu: fartas disto. E a culpa é toda nossa: já não estamos a ser racionais", comenta, partilhando algumas situações a que tem assistido. "Isto faz-me pensar que vai haver uma quarta vaga, uma quinta vaga, que isto nunca mais vai acabar."

Ouça esta resposta a partir dos 5m 15s.