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Posto Emissor #52. BLITZ convida Adolfo Luxúria Canibal. Do centralismo lisboeta à banda de versões brasileira dos Mão Morta

Adolfo Luxúria Canibal, vocalista dos Mão Morta, é o convidado desta semana do Posto Emissor, o podcast semanal da BLITZ. O bracarense partilha todos os projetos que tem prontos a apresentar, mal o desconfinamento assim o permita, deixa críticas ao Ministério da Cultura e defende a urgência da criação do estatuto de trabalhador intermitente do espetáculo. Em destaque estão também o regresso anunciado dos concertos e o disco novo de Luca Argel, brasileiro radicado no Porto

Adolfo Luxúria Canibal, dos Mão Morta, é o convidado da mais recente edição do Posto Emissor, o podcast semanal da BLITZ. Em conversa com Lia Pereira, o músico de Braga revela os projetos, com banda e em nome próprio, que tem prontos a avançar mal o desconfinamento da cultura assim o permita. O minhoto não poupa, ainda, críticas à atuação do Ministério da Cultura e defende a urgência da criação do estatuto de trabalhador intermitente do espetáculo, para melhor salvaguardar os trabalhadores do setor. O centralismo lisboeta que Adolfo Luxúria Canibal considera afetar Portugal foi também abordado.

Os paralelismos entre a mensagem apocalíptica de "No Fim Era o Frio", o mais recente álbum dos Mão Morta, e a situação pandémica que atualmente se vive, assim como as recordações de uma viagem marcante a São Paulo, na qual descobriu que os Mão Morta tinham uma banda de versões no Brasil, foram outros dos temas abordados nesta programa.

Nesta edição do Posto Emissor, falamos ainda sobre o regresso da música ao vivo, com a reabertura das salas de espetáculos prevista para 19 de abril, e sobre o disco novo de Luca Argel, “Samba de Guerrilha”.

A apresentação do 52º Posto Emissor está a cargo de Lia Pereira e a edição multimédia é de José Cedovim Pinto.

Sejam bem-vindos.