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Rita Carmo

Tatanka (Black Mamba): “Se ganhar, é um sonho. Só que a Eurovisão é muito pop, explosões, bailarinos... Não é a nossa vibração”

“Tendo nós um som tão universal – tão funk, tão soul, tão blues, tão rock –, porque é que não nos devemos abrir à Europa? Se conseguirmos isto e ficarmos em último não vamos ficar chateados”. Depois da vitória no Festival da Canção, como encara Tatanka, líder dos Black Mamba, a ida à Eurovisão em maio. Para ouvir no podcast Posto Emissor

Vencedor do Festival da Canção à frente dos Black Mamba, Tatanka é o convidado da mais recente edição do Posto Emissor, o podcast na BLITZ.

À conversa com Luís Guerra, o músico nascido em Sintra há 36 anos, encara a presença no Festival da Eurovisão como uma "oportunidade dourada de realizarmos um sonho antigo: uma internacionalização". "Tendo nós um som tão universal, tão funk, tão soul, tão blues, tão rock, porque é que não nos devemos abrir à Europa? Se conseguirmos isto e ficarmos em último não vamos ficar chateados", acrescenta.

O músico considera, porém, que o certame europeu é um universo com o qual não se identifica, musicalmente falando. "Se ganhar, é um sonho. Só que é um universo muito pop, com explosões, bailarinos... Essa não é de toda a nossa 'vibe' e a nossa intenção", conclui.

Ouça a resposta a partir dos 23 minutos e 45 segundos do podcast Posto Emissor: