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Miguel Guedes (Blind Zero): “O que o digital representa para os artistas é patético. Fica tudo nos parasitas”

“Enquanto continuarmos a chamar 'conteúdos' às múltiplas formas de arte, estamos a condená-las à subsídio-dependência e à dependência comercial das marcas”, considera o músico e também jurista, bastante crítico dos modelos atuais de remuneração de artistas e criadores via streaming. Para ouvir no podcast Posto Emissor

Miguel Guedes, dos Blind Zero, considera que os artistas são hoje "ridiculamente compensados" pela arte que produzem. Em entrevista ao Posto Emissor, podcast semanal da BLITZ, o músico e jurista - diretor da GDA Porto, cooperativa que gere os direitos dos artistas - defendeu que "o que o digital representa para os artistas é patético. Fica tudo nos parasitas".

"Enquanto continuarmos a chamar 'conteúdos' às múltiplas formas de arte, estamos a condená-las à sobrevivência", acrescenta o vocalista dos Blind Zero, "e depois à subsídio-dependência, à dependência comercial das marcas e a tudo aquilo que nos priva da liberdade artística".

Ouça a partir dos 37m 35s.

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