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Rita Carmo

Henrique Amaro: “Abraços à distância não existem. E a música ao vivo tem de ter suor e empurrão. Isso não é replicado”

“Com a pandemia, percebemos que sem música a nossa vida é desinteressante”, afirma o radialista e comunicador Henrique Amaro. Mas o tecido cultural ficará mais dividido: entre as superestrelas “que se vão safar para o resto da vida” e os pequenos artistas que terão de lutar pela sobrevivência. Para ouvir no podcast Posto Emissor

Em entrevista ao Posto Emissor, podcast semanal da BLITZ, Henrique Amaro, radialista da Antena 3 e divulgador musical, falou sobre o futuro da música ao vivo, quando a pandemia de covid-19 permitir a realização de concertos.

“Com a pandemia, percebemos que sem música a nossa vida é desinteressante”, considera. "Participar num concerto é prazeroso. Isso não vai desaparecer e não é replicado. Abraços à distância não existem. Um abraço tem de ter toque. E a música ao vivo tem de ter suor e empurrão", afirma.

Por outro lado, Henrique Amaro lembra que, se superestrelas como o canadiano The Weeknd, que recentemente atuou na final da Super Bowl e que tem concerto marcado para Portugal em 2022, "se vão safar para o resto da vida", os artistas mais pequenos terão de lutar pela sobrevivência.

Ouça a resposta de Henrique Amaro pela 1h 18m 25s.